No dia 9 de junho, o Instituto Sou da Paz lançou uma cartilha com foco em propostas de segurança pública, visando a redução da violência e o aumento da sensação de segurança entre os cidadãos. O documento foi desenvolvido como uma ferramenta para eleitores, formadores de opinião e candidatos.
Segurança Pública em Foco nas Eleições
Atualmente, a segurança pública é uma das principais preocupações dos brasileiros, e deverá ser um tema central tanto nas eleições presidenciais quanto nas disputas pelos governos estaduais. A cartilha faz parte da campanha Vote pela Paz, uma iniciativa do Sou da Paz em parceria com o Centro de Gestão e Políticas Públicas do Insper.
Objetivo da Cartilha
Em entrevista à GloboNews, a diretora-executiva do Sou da Paz, Carolina Ricardo, ressaltou que o intuito é fornecer à população ferramentas para que possam avaliar e exigir propostas dos candidatos. 'Queremos oferecer esse material para que todos possam cobrar dos candidatos', afirmou Carolina.
Resultados da Pesquisa
A cartilha foi elaborada com base em uma pesquisa que ouviu mais de 2 mil pessoas em 40 municípios brasileiros. Os dados revelam que a população está cansada da violência e de abordagens populistas. 'As pessoas querem soluções que não envolvam uma linha dura de 'bandido bom é bandido morto'', observou Carolina.
Prioridades para a Segurança Pública
Os resultados da pesquisa indicam que a maioria da população prioriza a eficiência nas políticas de segurança. Enquanto 32% dos entrevistados pedem aumento no número de policiais, 65% enfatizam a necessidade de um melhor preparo dos agentes. Além disso, 39% apoiam o aumento das penas para crimes, mas 55% acreditam que a aplicação das leis existentes deve ser a prioridade.
Propostas do Sou da Paz
Com base nas informações coletadas, o Instituto Sou da Paz delineou cinco prioridades para a segurança pública: fortalecer a formação e remuneração das polícias, combater o crime organizado com inteligência e integração, reduzir roubos e furtos, especialmente de celulares, proteger meninas e mulheres com mais Delegacias de Defesa da Mulher e retirar armas ilegais de circulação, essencial para a diminuição das violências mais severas.
