A inteligência artificial agêntica tornou-se uma prioridade para as empresas em 2026, mas muitas delas ainda não conseguiram colher os frutos esperados dessa tecnologia. De acordo com um estudo da Forrester, o aumento do interesse por agentes autônomos é notável, embora as dificuldades em sua implementação ainda sejam grandes.

Investimentos em IA Agêntica

As companhias estão intensificando os investimentos em agentes que realizam tarefas de forma autônoma. No entanto, transformar esses experimentos em operações escaláveis e seguras permanece como um desafio. As organizações enfrentam barreiras significativas que vão além da tecnologia em si.

Questões de Governança e Segurança

Entre os obstáculos identificados, questões de governança, controle de identidade digital e gerenciamento de privilégios têm se destacado. Essas preocupações têm dificultado a ampliação do uso de sistemas de IA agêntica, que, por sua natureza, necessitam de uma supervisão cuidadosa.

Preocupações dos Líderes de Segurança

Uma pesquisa realizada pela Forrester revelou que 49% dos líderes de segurança veem a IA agêntica como uma preocupação significativa para suas empresas. Isso se deve ao fato de que os agentes autônomos operam continuamente, tomando decisões e interagindo com diversos sistemas, o que aumenta a complexidade do monitoramento.

Novas Vulnerabilidades

Os riscos associados à IA agêntica não são apenas uma evolução das ameaças já conhecidas, mas também introduzem novas vulnerabilidades. Problemas relacionados à identidade de agentes digitais, escalonamento de privilégios e a realização de ações sem supervisão humana são algumas dessas questões que precisam ser abordadas.

Recomendações para as Empresas

Diante desse cenário, a recomendação é que as empresas avancem em três frentes: arquitetura, governança e segurança. Somente assim será possível expandir as iniciativas de IA agêntica para processos críticos de negócio de maneira eficaz e segura.